Entendendo meus erros
Este trabalho se constrói como um exercício de convívio com o erro — o embaraço da linha, o desalinho, o nó, o ponto que insiste em não corresponder ao desejo.
Ao invés de ocultar as falhas, elas se tornam matéria visível, revelando que no desvio há também potência.
Entre a vergonha e a autocrítica, nasce a possibilidade de acolhimento: os erros deixam de ser ruína para se tornarem passagem, impulso, catapulta.
É neles que se abre o campo fértil do inesperado, onde o que parecia falhar aponta, afinal, para o que desejamos alcançar.