Os últimos números
Para ampliar a qualidade expressiva do bordado, a instalação, Os últimos números feita com tela mosqueteiro e a fotoperformance Risco (ambos de 2021). São trabalhos síncronos, emergentes do desespero no auge das estatísticas trágicas da covid.
A performance silenciosa sugere imagens embaçadas, um incômodo visual para falar do risco da contaminação e a discussão do uso das máscaras. Ambas são uma homenagem aos mortos pelo vírus, porém, em sua delicadeza visual, afirmam-se como denúncia necessária da inoperância que pautou a gestão da pandemia no Brasil.