Processo auto destrutivo
É um desenho de duas camas empilhadas que apresentam rasgos em seus colchões. Utilizando esses pequenos detalhes, desfazendo e cortando a trama do bordado, a artista fala das instabilidades mentais, as desconexões com o real, o medo, a ansiedade, males que se revelam fisicamente representados no espaço íntimo da cama.